Artrose vertebral, doença crônica das articulações
Artrose vertebral é uma Doença crônica das articulações
E que inicialmente atinge a cartilagem dos discos intervertebrais e das facetas articulares para, depois, chegar ao osso mais próximo, a artrose vertebral provoca rigidez e dificuldade de movimentação do local afetado.
Trabalhadores rurais, da construção civil, do transporte coletivo e atletas der alto rendimento são os mais vulneráveis à artrose da coluna. Isso porque esse grupo de pessoas forçam mais as articulações, e de forma excessiva.
“A coluna pode ficar instável por conta do desgaste dos discos entre as vértebras. Nosso próprio organismo acaba formando osteófitos, mais conhecidos popularmente como bicos de papagaio, ao tentar estabilizar a coluna”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Segundo ele, é um erro afirmar que a artrose acomete apenas pessoas da terceira idade, embora seja mais frequente nessa faixa etária. Cada vez mais jovens estão procurando os consultórios de especialistas com diagnóstico de artrose. “É preciso avaliar, diagnosticar e propor o tratamento adequado. Há medicamentos e o tratamento conta com protocolos como RPG, Pilates Terapêutico e hidroterapia. Muitas vezes, o jovem tem artrose, mas não apresenta os sintomas clássicos. É preciso investigar qualquer dor na coluna”, finaliza o Dr. Haim.
Pilates terapêutico é excelente para quem tem problemas na coluna
Pilates terapêutico para dores na coluna
O pilates terapêutico pode ser praticado por qualquer pessoa, sem restrição de idade, sem dificuldade alguma. A atividade respeita o ritmo e as possibilidades do praticante. O pilates terapêutico fortalece a musculatura, o que é fundamental para quem tem dores de coluna. Fortalece e ajuda a corrigir desvios da coluna, o que o torna uma excelente opção.
Segundo o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia – e professor de reumatologia da Universidade Fluminense Federal (UFF), o pilates terapêutico ajuda a evitar lesões na coluna e previne doenças.
- Tem muita gente que tem problemas de coluna e acha que por isso não pode praticar atividade física regular. Mas é justamente o contrário. A prática do pilates terapêutico é muito recomendável nestes casos – garante o reumatologista do CREB.
O Dr. Haim explica que o programa de exercícios é personalizado e adequado a cada praticante.
- O objetivo é fortalecer os músculos profundos, responsáveis por manter as vértebras e componentes articulares na correta posição. Assim, pode-se evitar doenças como hérnias de disco, espondilólise, protusão discal e desvios posturais (escoliose, cifose e lordose). O pilates terapêutico é uma excelente opção para quem tem dores de coluna – garante ele.
Osteoporose tem estatísticas alarmantes
Caracterizada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea, a osteoporose apresenta estatísticas alarmantes no mundo inteiro.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a doença afeta nove milhões de americanos, sendo sete milhões mulheres e dois milhões homens. Os números, porém, são muito maiores: suspeita-se que 48 milhões de americanos tenham osteopenia, o que significa que 53 milhões de americanos correm sério risco de fratura.
Anualmente, ocorrem, nos Estados Unidos, dois milhões de fraturas osteoporóticas: 27% vertebral, 19% de punho, 14% de quadril e fêmur, 7% de pelve e 33% em outros ossos. A moralidade de fratura de quadril e fêmur chega a 20%, outros 20% precisam de cuidados especiais e os demais 60% perdem a qualidade de vida que tinham antes.
A osteoporose é conhecida como uma epidemia silenciosa
“A osteoporose é conhecida como uma epidemia silenciosa. Na maior parte das vezes, a dor surge apenas quando ocorrem numerosas fraturas, geralmente na coluna, o que traz dor crônica e até incapacidade. É importante divulgar a osteoporose, seus efeitos e tratamentos. A doença pode ser tratada e podemos oferecer ao paciente a qualidade de vida desejada.
Os principais fatores de risco são idade avançada, baixo peso, raça caucasiana, histórico familiar, deficiência hormonal, dieta pobre em cálcio, uso de determinadas medicações como corticóides, fumo, álcool e uma vida sedentária. Centros modernos, como o CREB, fazem o exame onde é possível prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos. Assim, é possível prevenir sérios problemas no futuro. A prevenção começa cedo. É preciso ter uma dieta rica em cálcio desde a infância, manter atividade física regular, além de evitar o consumo de álcool e fumo”, avalia Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
PROGRAMA DE PREVENÇÃO A REFRATURAS (PREVREFRAT)
Reconhecido internacionalmente, o CREB Prevrefrat adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. A aplicação destes protocolos por nossos especialistas, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados ao CREB na diminuição da incidência de fraturas subsequentes. O Prevrefrat se enquadra nos programas de promoção à saúde e prevenção de riscos e doenças da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
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Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
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